Quando eu assisti o filme "Um Drink No Inferno (From Dusk Till Dawn)" não imaginei que futuramente viveria um episódio semelhante, quando estive pela primeira - e última - vez no Open Bar Clube.
O lugar oferece "espaços modulares, bares estrategicamente posicionados, pistas independentes que permitem ambientar os mais diversos temas, para satisfazer os mais exigentes públicos" e blá, blá, blá e toda a baboseira que eles exibem no site. Não é bem assim. Basta conhecer o lugar para constatar que boa parte do que apresentam não condiz com a realidade.
A casa oferece open bar de variadas bebidas todas servidas em copinhos de plástico. Imagino que isso seja necessário por questões de segurança. Tudo bem. No geral, as bebidas álcoolicas são de quinta categoria. Isso passa, depois da terceira, se você conseguir.
Bem, ignorei a suspeita de que a perigosa combinação de álcool (free!), gente sedenta de auto-afirmação e egos murchos seria um problema e entrei.
O lugar é sujo, um lixo. Uma lama negra composta de restos de bebidas e vômito recobrem o chão deixando-o escorregadio. Misture clara de ovo com pó de café, fica parecido. Isso sem falar nos copos descartáveis que todo mundo joga no chão e se acumulam aos montes. Educação? Zero. Acredito que isso esbarra em questões administrativas da casa já que não encontrei nenhuma lixeira...
É frequente ver homens de preto conduzinhdo um, dois, três, vários malacos mais exaltados até saída... e olha que o George Clooney nem estava lá, armado, atirando no diabo e no mundo... Em contrapartida, o que tinha de jovens imbecis, bêbados non sense, patricinhas de periferia causando, dando mais trabalho para a segurança... Ah, visitei o banheiro - nojento, infecto! Não tive coragem de conhecer a cozinha. Ainda no banheiro, presenciei um segurança que abordou dois caras consumindo drogas - cannabis sativa. Os moleques subornaram o segurança para evitar piores consequências... E entre notas de cinco e dez reais o segurança jogou a dignidade do seu trabalho no lixo.
Estranhamente eu me diverti muito usando e abusando da minha condição física para lembrar alguns idiotas de mão boba sobre algumas coisinhas como respeito - leia-se bom senso, vai, pelo menos, considerando que em balada, respeito é algo subjetio demais. Eu não me lembro a última vez que fiz isso... Meu ego não está murcho, mas até que foi bom! Sorte minha ninguém estar armado...
Mas não tem jeito, esta montanha que vos escreve tem o coração de gelatina. Fiquei com remorso pelo apavoro que dei num moleque de vinte e poucos anos que estava fantasiado de Latino. Acho que ele não vai mais oportunar moças (aparentemente) sozinhas na balada tão cedo novamente... Ele ficou tão assustado que evaporou da balada... Pelo poderes de Greiscow!
A massa movediça de pessoas se mistura aos copos descartávies espalhados pelo chão e se confudem, ao som de um DJ meia boca que vai passar a vida inteira tocando em baladinha desse naipe.
Vi alguns bartenders tratando os clientes de qualquer jeito. As promoters (hosters ou sei lá o que) então nem se fala!... Um absurdo! Mas todo mundo está bêbedo, nem se ligam nessas coisas. O legal é beber, encher a cara e beijar copos descartáveis! Uh-uh!
Entretando, tem muita gente que vai lá simplesmente para se divertir, ficar de boa - e consegue. Não posso generalizar. Lá tem muita gente boa e coisas legais também...
Tinha uma go go girl que era um espetáculo! Uns go go boys leitores de Men´s Health e que dançam como se estivessem numa cena do filme "Será Que Ele É (In & Out)". A mulhreada curte e os gays também. Rolou um show pirotécnico com um maluco que esteve no Faustão - oh, lôco, meu! - recentemente... Ele faz umas paradas com com umas frigideiras pegando fogo e tal... Tinha outro cara que parecia um totem indigena que batucava enquanto o outro cuspia fogo... Houve até um momento "pátria amada, Brasil" quando exibiram uma bandeira do Brasil e exaltaram o pseudo-patriotismo, o orghulho de ser brasileiro, etc. Corta.
Um pouco antes disso, lá pelas tantas, uma banda chamada Skuta entrou e tocou por mais de uma hora. Médio. A banda é razoável, o baixista é bom, o vocalista desafina muito e o pior: eles tocam emocore... Argh! Os caras têm uma comunidade no Orkut. Já que o vocalista implorou para que todos acessassem, aí está... Ah, a banda tem um site também, mas não vou informar, procurem no Google.
É mais um lugar cheio de pessoas vazias, esquecido por Deus e pela Prefeitura. Na região você encontra facilmente outras baladas muito melhores simplemente atravesando a rua, como o Habbib´s, por exemplo.
Nunca mais volto lá. Basta.
O lugar oferece "espaços modulares, bares estrategicamente posicionados, pistas independentes que permitem ambientar os mais diversos temas, para satisfazer os mais exigentes públicos" e blá, blá, blá e toda a baboseira que eles exibem no site. Não é bem assim. Basta conhecer o lugar para constatar que boa parte do que apresentam não condiz com a realidade.
A casa oferece open bar de variadas bebidas todas servidas em copinhos de plástico. Imagino que isso seja necessário por questões de segurança. Tudo bem. No geral, as bebidas álcoolicas são de quinta categoria. Isso passa, depois da terceira, se você conseguir.
Bem, ignorei a suspeita de que a perigosa combinação de álcool (free!), gente sedenta de auto-afirmação e egos murchos seria um problema e entrei.
O lugar é sujo, um lixo. Uma lama negra composta de restos de bebidas e vômito recobrem o chão deixando-o escorregadio. Misture clara de ovo com pó de café, fica parecido. Isso sem falar nos copos descartáveis que todo mundo joga no chão e se acumulam aos montes. Educação? Zero. Acredito que isso esbarra em questões administrativas da casa já que não encontrei nenhuma lixeira...
É frequente ver homens de preto conduzinhdo um, dois, três, vários malacos mais exaltados até saída... e olha que o George Clooney nem estava lá, armado, atirando no diabo e no mundo... Em contrapartida, o que tinha de jovens imbecis, bêbados non sense, patricinhas de periferia causando, dando mais trabalho para a segurança... Ah, visitei o banheiro - nojento, infecto! Não tive coragem de conhecer a cozinha. Ainda no banheiro, presenciei um segurança que abordou dois caras consumindo drogas - cannabis sativa. Os moleques subornaram o segurança para evitar piores consequências... E entre notas de cinco e dez reais o segurança jogou a dignidade do seu trabalho no lixo.
Estranhamente eu me diverti muito usando e abusando da minha condição física para lembrar alguns idiotas de mão boba sobre algumas coisinhas como respeito - leia-se bom senso, vai, pelo menos, considerando que em balada, respeito é algo subjetio demais. Eu não me lembro a última vez que fiz isso... Meu ego não está murcho, mas até que foi bom! Sorte minha ninguém estar armado...
Mas não tem jeito, esta montanha que vos escreve tem o coração de gelatina. Fiquei com remorso pelo apavoro que dei num moleque de vinte e poucos anos que estava fantasiado de Latino. Acho que ele não vai mais oportunar moças (aparentemente) sozinhas na balada tão cedo novamente... Ele ficou tão assustado que evaporou da balada... Pelo poderes de Greiscow!
A massa movediça de pessoas se mistura aos copos descartávies espalhados pelo chão e se confudem, ao som de um DJ meia boca que vai passar a vida inteira tocando em baladinha desse naipe.
Vi alguns bartenders tratando os clientes de qualquer jeito. As promoters (hosters ou sei lá o que) então nem se fala!... Um absurdo! Mas todo mundo está bêbedo, nem se ligam nessas coisas. O legal é beber, encher a cara e beijar copos descartáveis! Uh-uh!
Entretando, tem muita gente que vai lá simplesmente para se divertir, ficar de boa - e consegue. Não posso generalizar. Lá tem muita gente boa e coisas legais também...
Tinha uma go go girl que era um espetáculo! Uns go go boys leitores de Men´s Health e que dançam como se estivessem numa cena do filme "Será Que Ele É (In & Out)". A mulhreada curte e os gays também. Rolou um show pirotécnico com um maluco que esteve no Faustão - oh, lôco, meu! - recentemente... Ele faz umas paradas com com umas frigideiras pegando fogo e tal... Tinha outro cara que parecia um totem indigena que batucava enquanto o outro cuspia fogo... Houve até um momento "pátria amada, Brasil" quando exibiram uma bandeira do Brasil e exaltaram o pseudo-patriotismo, o orghulho de ser brasileiro, etc. Corta.
Um pouco antes disso, lá pelas tantas, uma banda chamada Skuta entrou e tocou por mais de uma hora. Médio. A banda é razoável, o baixista é bom, o vocalista desafina muito e o pior: eles tocam emocore... Argh! Os caras têm uma comunidade no Orkut. Já que o vocalista implorou para que todos acessassem, aí está... Ah, a banda tem um site também, mas não vou informar, procurem no Google.
É mais um lugar cheio de pessoas vazias, esquecido por Deus e pela Prefeitura. Na região você encontra facilmente outras baladas muito melhores simplemente atravesando a rua, como o Habbib´s, por exemplo.
Nunca mais volto lá. Basta.

















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